domingo, 14 de fevereiro de 2010

Dia dos Namorados

Muito carinho e...
... feliz Dia dos Namorados

Trabalho realizado na aula de Enriquecimento Curricular de Inglês

sábado, 13 de fevereiro de 2010

VIVA O CARNAVAL!!!

É Alegria! É Carnaval!

No Carnaval
há muita alegria
vamos festejar
com muita folia.





De palhaço
me vou vestir
para toda a gente
pôr a rir.



Temos muitas serpentinas
que vamos atirar
para dar alegria
a quem nos observar.




Há mascarados por todo o lado
assustando muita gente
mas o objectivo
é pôr toda a gente contente.
Augusto Pinto


Trabalho da Bruna Teixeira


A s Princesas










Os Diabitos


O Carnaval
O Carnaval é uma festa muito alegre e divertida que se realiza no mês de Fevereiro ou Março.
Ao Carnaval também se pode chamar Entrudo. Este é o nome dado ao boneco que se queima no fim da festa.
Neste dia come-se Cozido à Portuguesa onde não pode faltar a tradicional orelheira de porco.No Carnaval as pessoas mascaram-se e vestem disfarces muito coloridos.
Na rua ouve-se música alegre e muitos risos, provocados pelas partidas divertidas que se fazem.
Em muitas cidades organizam-se corsos carnavalescos onde toda a gente canta, dança e lança serpentinas e confétis.
Eu gosto muito do Carnaval por ser uma festa cheia de brilho, cor e animação.
João Mateus Coelho

Carnaval é...

O Muntjac Chinês

Em mais uma aula de um Circuito Tutorial do âmbito do Pnep, os Girassóis tiveram oportunidade de, mais uma vez, desenvolverem uma tarefa deveras aliciante e produtiva.
O objectivo principal desta tarefa, era colocá-los perante uma actividade, que lhes permitisse ler e compreender textos, de forma a recolher informação noutro suporte comunicativo que não os habituais manuais.
O desafio consistiu em navegar num sítio da Net e recolher informação, para posterior construção de um texto informativo: o animal do mês do Jardim Zoológico de Lisboa.
Com este trabalho, os alunos puderam aprender a fazer pesquisas na Net e a seleccionar e organizar informação, fazendo registos para posterior utilização:
O resultado do trabalho é o que se pode ver.

Ficha de descrição do Animal




Texto
O Muntjac Chinês é o animal do mês do jardim Zoológico de Lisboa.
Este animal habita na China e Taiwan, nas florestas húmidas.
Ele pertence à ordem dos Artiodáctilos e à família dos Cervidae.
O Muntjac Chinês mede cerca de 80cm e pesa aproximadamente 18 Kg.
A sua pelagem é castanho-avelã e têm uma pequena cauda.
Os machos gostam de se exibir, mostrando as suas armações e os seus caninos.
As fêmeas têm dois tipos de pêlo e são ligeiramente mais pequenas que os machos.
O Muntjac Chinês alimenta-se de várias espécies de vegetais, rebentos, raízes, partes de troncos de árvores e fruta.
Esta espécie gosta de viver em pequenos grupos familiares ou sozinhos, marcando com cheiros e marcas das armações, o seu território. Quando algum se sente em perigo emite um som semelhante ao ladrar, para os da sua espécie virem em seu auxílio. Eles gostam de apanhar sol e são animais diurnos e nocturnos, tornando-se mais activos ao amanhecer ou ao entardecer.
Esta espécie pertence à classe dos mamíferos e, por isso, a sua gestação é feita dentro da barriga da mãe. Essa gestação é de aproximadamente sete meses e de cada gravidez nasce uma cria ou, raramente, duas.
Em relação à preservação da espécie ainda não se sente grande preocupação. No entanto é preocupante o facto de outros animais atacarem as crias do Muntjac e dos caçadores furtivos os procurarem para os caçar.
Texto de:
Pedro Silva e Sofia Gonçalves

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Ao Contrário de Tudo

Numa das nossas aulas de Língua Portuguesa em que "Lemos por prazer", apreciámos o poema de Luísa Ducla Soares "Tudo ao contrário". Os alunos entusiasmados, no final da leitura, quiseram mostrar como também são capazes de brincar com as ideias e construíram textos engraçadíssimos.

Eis alguns exemplos:
Sou o Pedro Miguel
faço tudo de trás para a frente
penteio-me com o pastel
como com o rabo do pente.
Vou à missa de pijama
gosto de correr parado
vou de fato para a cama
jogo à bola sentado.
Caço coelhos no rio
vou à pesca de pistola
quando vou fazer magia
uso a cana e a sacola.
Bebo café de aperitivo
como sopa à sobremesa
tomo banho vestido
durmo em cima da mesa.
Pedro Silva
A menina do contra
fazia tudo à sua maneira
punha o bife na máquina de lavar
e as meias na frigideira.
Quando ia à praia
estava sempre a dançar
nadava na areia
e dormia no mar.
Patrícia Oliveira
Vou para a escola de noite
durmo de dia
se quero apagar uma coisa
uso uma afia.
De segunda a sexta-feira
é fim-de-semana prolongado
no sábado e no domingo
é trabalho forçado.
Como em cadeiras
bebo nos pratos
calço a roupa
e visto os sapatos.
Como sopa de manhã
ao meio dia cereais
ao jantar tomo leite
e à meia-noite vegetais.
Augusto Pinto
O menino do contra
queria tudo ao contrário
guardava o cão na gaiola
pela trela passeava o canário.
Quando batiam à porta
ele abria a janela
fazia a sopa no banco
e sentava-se na panela.
Dormia na banheira
na cama tomava banho
lia as notícias no lenço
no jornal limpava o ranho.
Vítor Pereira

Escrita Criativa de Textos

No Inverno, muitas são as formas de se passar o tempo.
Respondendo a um desafio da professora, os alunos construíram textos bem interessante onde mostraram que, com imaginação, até o Inverno pode ser agradável.

A história começa assim:
É Inverno. Chove muito. Eu fico em casa e ...
Então o Mateus escreveu:
É Inverno. Chove muito. Eu fico em casa e olho pela janela.
Lá fora o vento sopra e leva com ele as últimas folhas.
As pessoas caminham apressadas tentando fugir à chuva.
Há uma pequena menina de cabelo loiro, que cai numa poça de água e fica toda molhada.
Um senhor que passa tenta ajudá-la, mas ela fica muito assustada e foge.
Tudo está molhado e triste! Até os pardais que se abrigam nos beirais estão em silêncio!
Anoitece e todos correm para casa.
As ruas ficam vazias e eu vou-me deitar à espera, que amanhã, esteja um belo dia de sol.

O que diz a Andreia:
É Inverno. Chove muito. Eu fico em casa e começo a imaginar o frio que está lá fora.
Então ponho-me a pensar nas pessoas que não têm casas para viver, para se abrigarem da chuva, do frio, da neve... e, como será que elas fazem para sobreviver, porque também não têm roupa para se agasalhar?
As pessoas que não têm casas para viver, deveriam ser mais ajudadas.
Como continuava a chover muito, eu decidi deixar de pensar em coisas tristes e fui ler um livro, ouvindo o som da chuva a cair.

A Bárbara diz:

É Inverno. Chove muito. Fico em casa e observo pela janela, a Natureza que se tem modificado ao longo dos dias.
A chuva, juntamente com o vento, empurra os ramos e folhas das árvores molhando qualquer pessoa que passe por ali.
Vejo também uma senhora, um pouco atrapalhada com o seu guarda-chuva colorido, que é levado constantemente pelas rajadas de vento. Um senhor que passa por ali, repara na dificuldade da senhora e resolve ajudá-la segurando no guarda-chuva e aproveita, ao mesmo tempo, para se abrigar.
Ao contrário dos outros dias, a minha rua parecia quase deserta, passando apenas alguns carros que encharcavam as pessoas, ao calcarem as poças de água formadas pela chuva.
Passada a tempestade, e pouco a pouco, o céu foi ficando mais límpido, deixando o tímido sol espreitar por trás das nuvens, tornando o dia mais bonito.

Poesias de Inverno